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ENTREVISTA PARA A REVISTA DA FECOMERCIO

Entrevista concedida por Bianca Aydos #biancaaydos para Revista da Fecomercio/RS  sobre “Superar o medo de falar em Público”. Assista ao vídeo também. http://www.benseservicos.com.br/pub/fecomerciors/#page/12

PAUSAS 

A pausa é um recurso de fala muito importante e utilizado por grandes oradores, como Barack Obama, para enriquecer o discurso.

O que significa Pausa? A Pausa é um intervalo de silêncio.

E para que serve a PAUSA na FALA? Serve para:

Respirar, engolir a saliva, pensar, organizar as ideias, mudar de assunto, frisar um questionamento e fazer a audiência compreender o que foi dito.

A pausa é um recurso de interpretação e ela DEVE SER SILENCIOSA!

Mas, o que normalmente acontece? As pessoas sonorizam a pausa com “ãh…”, “é…”, “né”…, que chamamos popularmente de “vícios de linguagem”. São expressões repetidas que acabam atrapalhando a comunicação porque tiram a credibilidade da mensagem e desviam a atenção dos ouvintes.

Você pode achar que fazer uma pausa silenciosa parece uma eternidade, mas aqueles 1 ou 2 segundos soam super natural para a audiência.

A pausa deve entrar na fluência da fala porque, se usarmos pausas demais, a fala ficará entrecortada e chata e poderá dificultar a compreensão da mensagem pelo interlocutor.

Na leitura, o uso da pausa fica mais fácil pois, pausamos na pontuação ou em algum outro momento para respirar. Podemos marcar as pausas no texto com barras após o ponto final. Uma barra (/) para pausas curtas, duas barras (//) para a pausas médias e três barras (///) para pausas longas e que indiquem mudança de assunto e reflexão.

Como está a sua fala? Você faz pausas silenciosas ou sonorizadas? Desafio você a gravar áudios para verificar isto!

Os participantes das turmas 126, 127, 128 da Falando Bem e EPR/ESPM/FEEVALE do Curso de Dicção e Oratória que ocorreram nos meses de janeiro e fevereiro de 2019 já estão sabendo quais técnicas podem utilizar para eliminar os “vícios de linguagem” também chamadas “bengalas” “ah, é, né…

Acerte nos Fundamentos! Faça um curso de Oratória que tem Metodologia comprovada há quase 20 anos.

Curso de Dicção e Oratória da Falando Bem tem Metodologia que foi desenvolvida pela fonoaudióloga Bianca Aydos ao longo de quase 20 anos de experiência profissional. “Já preparei mais de 6 mil pessoas que comprovaram que a prática leva a perfeição e que pequenos ajustes co técnicas adequadasjá fazem a diferença na hora de se expor em público”, diz Bianca.

  • “Você pode praticar arremesso 8 horas por dia, mas se sua técnica estiver errada você apenas se torna muito bom em arremessar errado. Acerte nos fundamentos que o nível de todo o resto vai melhorar.” Michael Jordan
  • Fazer um curso que vai lhe mostrar o caminho adequado significa “acertar nos fundamentos”. Treinar corrigindo erros, ter feedbacks da professora por meio de vídeos e exercícios  e potencializar habilidades são maneiras de ter sucesso e segurança na hora de falar em público.
  • NINGUÉM nasceu sabendo falar bem em público. Grandes comunicadores desenvolveram esta HABILIDADE – mesmo que, no começo, também fosse difícil para eles enfrentarem platéias. O curso de dicção e oratória é um início.
  • Cursos Realizados: Turmas de Novembro

    •  Turmas 125 do Curso de Dicção e Oratória e Neuroliderança 4ª edição!
    • Mais uma edição do Curso de Neuroliderança com a Professora Aline Dotta atualizou os alunos e os colocou em desafios enriquecedores como na atividade chamada “Perdidos”. Eles adoraram!
    • Cursos com atividades práticas e conteúdo que podemos aplicar no dia a dia fazem a diferença.
    • Já tivemos o relato de apresentações em público de vários alunos da turma 125 do Curso de Oratória que conseguiram aplicar as dicas e alguns conquistaram inclusive prêmios em suas palestras profissionais!
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Cursos Realizados: Turmas de Outubro

  •  Turmas 123 e 124 do Curso de Dicção e Oratória! Turmas compostas por alunos super especiais e que sairam cheios de energia para colocar em prática tudo que apenderam e exercitaram nos dias de curso.

 


Fotos

  • As 3 Professoras dos Cursos de Neuroliderança e Inteligência Emocional, Oratória e PNL da Falando Bem: Aline Dotta (Psicóloga), Bianca Aydos (Fonoaudióloga) e Liane Pinto (Psicóloga).


Cursos Realizados: Turmas de Setembro 

  • Curso de Dicção e Oratória

Esse mês tivemos 122ª Edição do Curso de Dicção e Oratória M1.

  • Curso de Programação Neurolinguística

Nos dias 15 e 16 ocorreu o Curso de Programação Neurolinguística com a expert Liane  Pinto que veio de Salvador/BA para nos enriquecer com conhecimento e nos proposrcionar muitas descobertas com relação ao nossso  fantástico  cérebro humano X comunicação X relações interpessoais empáticas X melhores e mais saudáveis entendimentos sobre a nossa “realidade” e dos outros.

          

 


Perguntas Frequentes: Quero falar sobre uma pergunta muito frequente feita pelos meus alunos:

Falar bem é dom?

Várias pessoas que conhecemos falam bem desde pequenas, mas com certeza, estas pessoas, além de ter uma personalidade propicia para se expor, também foram estimuladas a falar por si e pelos outros. Costumo citar como exemplo alunos que sempre se dispuseram a fazer apresentações, a serem líderes de turma, a serem representantes de classe ou grêmio estudantil, que gostavam de fazer teatro ou defender causas… Estes, estiveram expostos à situações de exposição em frente ao público e acabaram “treinando” a comunicação oral e o controle emocional.

Vários palestrantes renomados contam que não nasceram com o “dom da palavra”. Como por exemplo, o filósofo e educador Mário Sergio Cortella que disse em um vídeo (abaixo) obteve o “dom da fala”…) que não levava jeito para falar em público e que fugia deste tipo de situação.

Eis a questão: Falar bem é dom ou esforço então?

Um jurista e orador romano, chamado Ciceron, já dizia “Os poetas nascem, os oradores se fazem”. Os poetas nascem com a poesia nas veias e os oradores podem aprender a falar bem.

A programação Neurolinguística diz que: “Se alguém pode fazer algo, todos podem aprender a fazê-lo”.

Concordo plenamente com estas duas citações. Qualquer pessoa pode aprender a falar bem em público. Basta ter autoconhecimento, preparação técnica, equilíbrio emocional e treinar, treinar e treinar… Se você sonha em falar bem em público e acha que não leva jeito, conheça os Cursos da Falando Bem aqui no nosso site. E também assista ao vídeo sobre este assunto:

E saiba mais sobre como potencializar a sua habilidade de Fala.

E viva o esforço e o treino! Bianca Aydos


Cursos Realizados: Turmas de Agosto do Curso de Dicção e Oratória

Em agosto foram realizadas as 120ª e 121ª edições  de Módulo 1 e 23ª edição do Módulo 2 do Curso de Dicção e Oratória (turmas abertas ao público) na Falando Bem e a 2ª turma do Falando Bem KIDS.


Palestra Realizada: ULBRA

Bianca Aydos encerrou a III Jornada Multiprofissional na formação em saúde da ULBRA no dia 28/8 com a Palestra sobre Coaching Profissional direcionado para a área da saúde.


Artigo: Você tem sotaque?

Nos cursos de Dicção e Oratória eu sempre faço este questionamento. Na verdade todos nós falamos com sotaque! O sotaque não é caracterizado somente pela melodia e ritmo de fala, mas também pela pronúncia de sons e por gírias. Nosso modo de falar as palavras muda conforme a região do país.

Os sotaques brasileiros podem ser explicados por meio da história. Na região Sul, por exemplo, o português brasileiro sofreu influência dos idiomas falados pelos imigrantes italianos, alemães e povos do leste europeu. Além disso também tem influência dos países vizinhos como Argentina e Uruguai que fazem fronteira com o Rio Grande do Sul. Em São Paulo, o sotaque lembra muito a prosódia (estudo da correta emissão das palavras) do idioma italiano. No Rio de Janeiro, encontramos o sotaque que mais se assemelha com o sotaque do português de Portugal, já que a cidade foi sede da corte portuguesa. Na região Norte, que recebeu menos imigrantes em virtude de questões geográficas, o sotaque está mais próximo das línguas indígenas, com as quais o português estabeleceu seu primeiro contato linguístico em terras brasileiras.

Quando viajamos pelo país, nossa sensibilidade aos sotaques fica ainda mais aguçada, A diferença pode ser tão significativa que você pode até mesmo sentir dificuldades para compreender algumas palavras e expressões que são característica de certa região. Tem pessoas com audição tão sensível que acabam “pegando” por um tempo, o sotaque da região por onde passou.

  • Algumas pessoas me perguntam se devem “perder” o sotaque original quando mudam de estado ou município?

Pois bem, eu costumo responder que: sotaque é natural, é cultural, é bem-vindo e devemos mantê-lo. Só suavizamos o sotaque e neutralizamos os sons e adequamos as gírias quando saímos do nosso “território” de origem ou se ele for dificultar a compreensão, do que está sendo falado, pelo interlocutor.

Por exemplo: em algumas regiões aqui do Rio Grande do Sul, principalmente onde a colonização é italiana ou germânica, a frase “Eu tenho um “carinho” para te dar” pode ser mal interpretada, quando falada, por quem não tem o mesmo sotaque. Traduzindo: a frase não fala de carinho/afeto como parece auditivamente, mas sim de “carrinho/carro. Neste caso, temos que entender o sotaque de origem do falante.

Não existe um sotaque melhor ou pior, certo ou errado, nem mesmo um jeito de falar que seja mais bonito: os sotaques fazem parte de nossa identidade e é um dos fatores que tornam o povo brasileiro tão diferenciado, expressivo e rico cultural.

Assista o que diz a Especialista em Voz, Bianca Aydos, sobre esse assunto:


Cursos Realizados: Turmas do Curso de Dicção e Oratória 

Abaixo as fotos das Turmas do Curso de Dicção e Oratória, módulo 1, realizadas nos meses de janeiro, fevereiro, março, maio, junho e julho na Falando Bem!

    

    

    

    

  


Palestra Realizada: ACAMRECE 

Dia 02 de agosto Bianca Aydos palestrou sobre Comunicação de Impacto na ACAMRECE (Associação das Câmaras Municipais da Região Celeiro) em Três Passos/RS.

       


Curso Realizado: Curso de Neuroliderança!  

Foi realizado nos dias 03 e 04 de agosto  a 3ª Edição do Curso de Neuroliderança da Falando Bem ministrada pela nossa parceira Aline Dotta.

A edição foi um sucesso com turma lotada! No encontro foram abordados temas relacionados à Neurociência e como o nosso cérebro funciona, ferramentas práticas para extrair o melhor das pessoas, fundamentos da “neuroaprendizagem” e muito mais.

Se você deseja entender o extraordinário cérebro humano e sua exata aplicação nas relações interpessoais, venha participar da 4ª Edição do Curso de Neuroliderança da Falando Bem que acontecerá nos dias 26 e 27 de novembro.

Inscreva-se já!

 


Artigo: Voz – Matéria Prima da Expressividade

E tal a sua pressa de comunicação que eles se esquecem de aprender primeiro a expressar-se”.  Mário Quintana

Um ser humano se revela, principalmente, por suas atitudes de vida e por suas ideias, porém nem sempre consegue expressá-las como desejaria.

A voz não é só um som. Ela pode ser expressiva e pode “ganhar o mundo”! “A voz é a matéria prima da fala”, já dizia a fonoaudióloga Edmée Brandi. Sem ela não falaríamos.

O importante é chamar atenção do interlocutor por meio de uma voz agradável. É por ela que transmitimos mensagens, emoções e sentimentos, com a voz convencemos e conquistamos pessoas ou não…

Você já participou de uma palestra que o assunto era superinteressante e tinha tudo para ser um sucesso, mas você não conseguiu prestar a atenção em nada do que foi falado?

Muitas pessoas têm domínio do assunto, mas têm dificuldades em transmitir o conhecimento. Isto geralmente ocorre porque o orador apresenta voz monótona, chata, fraca, lenta fazendo com que o ouvinte desvie sua atenção e perca o interesse. A voz e a expressividade devem estar de “mãos dadas” com o conteúdo.

A habilidade comunicativa eficiente é de extrema importância no atual mercado, que a cada dia está mais competitivo. Comunicar bem e de forma interssante em apresentações, no trabalho em equipe, nas vendas, na delegação de atividades e na gestão de pessoas  faz toda a diferença.

Profissionais que buscam o aprimoramento da expressão verbal e não verbal e aplicam o conhecimento no dia-a-dia, encontram maior facilidade para manter uma fala fluente, organizada, convincente, clara e objetiva.

Não adianta dominar o assunto se não tiver o domínio do modo como se apresenta ao público. Isto significa que, se o indivíduo não tiver o controle da MATERIA PRIMA DA EXPRESSIVIDADE, que são a emoção, a respiração, a postura corporal, o contato visual, as pausas, a fala, a voz, não conseguirá transmitir o conteúdo de forma adequada e assertiva e perderá oportunidades de crescimento profissional e de negócios.

Como está a sua comunicação? Você está falando bem? Ou tem perdido oportunidades porque tem dificuldades de se comunicar e de se expressar em público?

O que você pode fazer para resolver o seu problema? Que tal participar do curso de Dicção e Oratória?